Tóquio: Mazda revela o protótipo Takeri

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A Mazda costuma preparar protótipos arrojados sempre que participa dos motorshows pelo mundo. E seu próximo já está no forno: o Takeri Concept foir revelado nesta terça-feira (25), no Japão. As linhas seguem o estilo Kodo (algo como “alma em movimento”) aplicado ao conceito Minagi, que deu origem ao crossover CX-5 (leia aqui). Feito especialmente para o Salão de Tóquio, o Takeri antecipa os traços do novo Mazda6.

A próxima geração do sedã grande da Mazda é aguardado para 2013. Esta será a terceira geração do modelo desde 2002, quando foi lançado mundialmente. Visualmente, o protótipo parece uma evolução do Shinari, conceito que apresentou a nova linguagem estética dos carros da marca. Os dados técnicos serão revelados apenas no Salão de Tóquio, no fim de novembro, mas é certo que o modelo terá uma versão híbrida a diesel.


Sedã conceitual é a prévia do novo Mazda6, aguardado para 2013



novo Mazda6



novo Mazda6

Porsche lança Panamera a diesel

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Nova versão começará a ser vendida na Europa em agosto
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Porsche Panamera: versão movida a diesel reúne bom desempenho com autonomia bem maior que a das versões a gasolina
A Porsche se rende à boa aceitação dos modelos movidos a diesel na Europa e lança uma versão do Panamera movido pelo combustível que há pouco tempo era usado em utilitários barulhentos. Disponível no mercado europeu a partir de agosto, a novidade vem com um V6 de 250 cavalos e 56,1 kgfm de torque a baixos 1.750 rpm , força que se mantém constante até 2.750 rpm. São números para acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 6,8 segundos e atingir 241 km/h. Além do bom desempenho, o modelo alemão se destaca pela autonomia de 1.199 quilômetros.

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A lista de equipamentos também chama a atenção. Há suspensão ativa, faróis com lâmpadas de xenônio nos fachos alto e baixo, monitoramento da pressão dos pneus, sistema de navegação por satélite com tela do tipo “touch screen”, entre outros itens. A Porsche vai oferecer garantia de três anos para o novo modelo.

Fomos até a Alemanha para saber como anda o novo Audi A6

Nova geração do sedã chega entre julho e agosto com apelo esportivo e muita tecnologia


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No fundo da garagem do aeroporto de Munique (Alemanha) fazia muito frio naquela manhã de sexta-feira, quando pus as mãos pela primeira vez na sétima geração do Audi A6. O computador de bordo marcava zero grau e já começava a nevar lá fora. Mas bastou apertar o botão que liga o motor no console central e pisar no acelerador para me esquecer que instantes atrás estava quase congelando à espera da chave para abrir o carro. Sim, o sedã é quente e promete aquecer a briga com os rivais BMW Série 5, Mercedes-Benz Classe E, Jaguar XF e companhia assim que chegar ao mercado brasileiro. Isso deverá ocorrer entre julho e agosto, por um preço em torno de R$ 270 mil.

No meio da fila de quatro carros reservados para o teste, antes de começar a viagem de mais de 80 quilômetros até o quartel-general da Audi, em Ingolstadt, deu tempo de observar alguns detalhes do interior que reforçam o apelo esportivo. Os principais instrumentos estão nitidamente voltados para o motorista e seus ponteiros descansam na vertical, como nos modelos de competição. O conta-giros tem marcação até 8.000 rpm e o velocímetro vai até 300 km/h. Seguindo essa linha esportiva, o volante de três raios abriga hastes para troca de marchas do câmbio S-tronic de sete veleocidades e a projeção das principais informações no para-brisa fazem você parecer um piloto de caça supersônico. O que também causou boa impressão foi o nível de acabamento, com algumas partes em madeira polida, como no sedã de luxo A8.

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Visual da traseira segue o estilo adotado nos demais modelos da marca alemã com lanternas delgadas com leds no lugar de lâmpadas
A fila foi andando até que chega a minha vez de pôr as rodas na estrada. Os seis cilindros se enchem rapidamente com ajuda do compressor volumétrico montado no meio do V6 de 304 cavalos. Os ponteiros vão ganhando altitude entre breves trancos nas trocas do câmbio de dupla embreagem. Mas quem se importa? Estamos num sedã com apelo esportivo e não em uma limusine de luxo. Com uma redução de 30 kg de peso na comparação com o A6 anterior, o carro ficou com relação peso-potência mais favorável (5,7 kg/cv), o que ajuda na hora de acelerar. Bastam 5,5 segundos para o ponteiro do velocímetro sair do 0 e atingir 100 km/h. Mais alguns instantes nas estradas sem limite de velocidade alemãs e chego a 180 km/h, em sétima marcha, com o motor girando a meros 2.750 rpm.

Aliás, força em baixa rotação faz parte de uma das características mais marcantes ao volante. O compressor é ligado à polia do virabrequim e funciona com 0,8 bar, pressão suficiente para manter uma boa dose de torque desde as primeiras marcações do conta-giros, com ajuda dos variadores de fase nos comandos de válvulas. Na Europa, o novo A6 virá com suspensão a ar, o que não estará dis-ponível no Brasil. Mesmo assim, estabilidade também continuará fazendo parte dos pontos fortes do carro, que conta com estrutura de alumínio moldado com grande diferença de temperatura (entre 1.000° C e 200° C), o que garante alta rigidez torcional com baixo peso. Além disso, a tração integral também ajuda a manter tudo sob controle nas curvas. Os freios dão conta do recado.

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Interior conta com tela escamoteável e sistema de navegação por satelite atualizado pelo Google e acabamento caprichado

Já próximo da área urbana, reduzo a velocidade ao entrar numa via secundária. Um pouco mais adiante aparece um pequeno congestionamento. O carro para e o motor desliga automaticamente. É o sistema stop-start em ação. Basta tirar o pé do pedal do freio e o V6 acorda novamente. Útil também para chegar à fabrica da Audi sem se perder foi o GPS, que ficou mais fácil de ser usado com o touchpad e recebe informações do Google Earth para se atualizar sobre o trânsito. No Brasil, essa ajuda da internet ainda vai levar um tempo para estar disponível, diz Gerald Pillekamp, da Audi. O que também não deverá ficar pronto logo no lançamento no mercado brasileiro é o acesso à internet. Apesar disso, o novo A6 não deixa de ser um executivo hi-tech.

Audi revela esboço do novo A3

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A Audi mostra os primeiros esboços oficiais da nova geração do A3 depois de ter apresentado o protótipo da versão sedã no Salão de Genebra (Suíça), no mês passado. Os desenhos revelam que o carro seguirá o estilo adotado no crossover Q5, o que inclui lanternas mais largas na traseira. Na comparação com a versão atual, a nova será um pouco maior, com 35 milimetros a mais de entreeixos, segundo a revista inglesa Autocar.



Interior será mais sofisticado, o que inclui tela ultrafina no painel e mais apelo esportivo que a geração atual
Entre as novidades, também são esperadas novas opções de motor e até um modelo híbrido ou elétrico. Além disso, o carro passará a ter mais itens sofisticados, como tela ultrafina escamoteável no painel. O lançamento do novo A3 deverá acontecer em março do ano que vem, em Genebra (Suíça).



Versão sedã terá praticamente o mesmo desenho do protótipo mostrado no Salão de Genebra (Suíça), no mês passado

BMW X3 chega ao Brasil oferecido a partir de R$ 212 mil

sábado, 9 de abril de 2011


Já está à venda em todas as concessionárias da BMW no Brasil o novo X3. O modelo chegou às lojas da marca no início deste mês, onde é oferecido nas versões xDrive28i por R$ 212 mil e xDrive35i, por R$ 275 mil. Na primeira opção, o utilitário esportivo traz motor de três litros com potência de 258 cv. Já a segunda tem motor a gasolina de seis cilindros em linha com tecnologia TwinScroll turbo, de 306 cv de potência. Ambos contam com transmissão automática de oito velocidades.

Apesar do lançamento, a Autoesporte apurou que apenas a versão 35i está nas lojas da marca. A opção xDrive28i ainda não está disponível a pronta entrega, embora possa ser encomendada. Ainda assim, as primeiras unidades da versão mais cara a aportarem no Brasil rapidamente sumiram das revendas. Em uma loja em São Paulo, o consultor de vendas informou ter recebido 20 unidades do modelo, e apenas uma restou para pronta entrega. Em outra concessionária da cidade, apenas três unidades haviam sobrado do lote inicial. Segundo os lojistas, o novo lote pode demorar até 60 dias para chegar


A segunda geração do X3 ficou maior que a anterior, o que valorizou seu espaço sem sacrificar o visual mais esportivo. O porta-malas comporta até 550 litros de bagagem, podendo subir para1.600 litros cm os bancos traseiros rebatidos. Entre os itens de série, estão direção hidráulica, sistema start-stop, volante com controles do sistema e sistema de navegação GPS integrado ao painel multimídia.

O novo X3 também conta com freios ABS com sistema DTC (controle dinâmico de tração), suporte para frenagens na chuva, sistema de compensação de freio adaptável, seis airbags e apoios de cabeça ativos, entre outros. (com Alberto Cataldi)

Ellure é o futuro dos sedãs da Nissan

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Tecnologia híbrida está presente em modelo mostrado em Los Angeles


A Nissan afirma que está “reinventando” a categoria dos sedãs com Ellure, um conceito apresentado no Salão de Los Angeles, Estados Unidos. A mostra abriu as portas ao público nesta sexta-feira (19) e fica aberto até o dia 28. O protótipo segue linhas bem arrojadas e lembra o esportivo da marca, o 370Z, principalmente pelos faróis dianteiros.

Com uma queda bem pronunciada na traseira, o modelo chega a lembrar um cupê e as maçanetas de ambas as portas estão lado a lado, já que a abertura da porta traseira é do tipo suicida, ao contrário dos modelos convencionais. Segundo a Nissan, o carro traz rodas de 21 polegadas e adota tecnologia híbrida de propulsão.

Há um motor 2.5 de quatro cilindros, equipado com supercharger e outro elétrico de 25 kW. Eles são acoplados a uma transmissão CVT e a tração é integral nas quatro rodas. A montadora ainda adotou freios regenerativos, que acumula energia, como o KERS da Fórmula 1, além um novo sistema de direção eletrohidráulica.

Land Rover Evoque

quarta-feira, 17 de novembro de 2010


Ao pé da letra, um cupê de quatro portas já é algo fora do padrão. Tanto que os entusiastas de carros, em geral, são absolutamente contra o formato e dizem se tratar de uma bizarrice, uma negação para os cupês – que tem, tradicionalmente, apenas duas portas. Mas e quando o cupê, na verdade, é um utilitário? Bom, nesse caso acontece o oposto. Quando apresentou o compacto Range Rover Evoque, a Land Rover mostrou apenas o modelo de duas portas. E logo veio a pergunta: mas e a carroceria de quatro portas? Eis que a montadora inglesa dos jipões, enfim, apresenta o SUV pequeno na sua “formação” clássica: com quatro portas.

O modelo, antes mostrado só com as portas dianteiras, acaba de ser revelado no Salão de Los Angeles, nos Estados Unidos – por motivos bem razoáveis. Trata-se da terra dos utilitários-esportivos, o maior mercado do planeta para o gênero. E a Land Rover está apostando todas as suas fichas no Evoque, que começa a ser vendido no mundo no meio de 2011.




Uma real ruptura de paradigmas

Este novo Range Rover traz diversas inovações que, dentro da gama Land Rover, podem também ser consideradas revoluções. Pela primeira vez um utilitário da montadora terá opção de tração dianteira (4x2) – a tração integral 4x4 não poderia faltar. E esqueça as linhas quadradonas. O Evoque é ousado, moderno – repare nos faróis com anéis luminosos. Tem traços próprios, afilados, cortantes e diferentes de qualquer outro modelo já produzido pela fábrica de jipes da terra da Rainha.

Com a opção de tração 4x2, o preço será outro trunfo do modelo. Diz a Land Rover que o Evoque custará a partir de 35 mil euros, valor equivalente a R$ 81,5 mil. No Brasil, é provável que a cifra seja mais alta – só saberemos os valores quando as vendas estiverem próximas. Mas o que chama a atenção é o nível de requinte do modelo. O interior usa materiais finos, de bom gosto, com molduras metálicas, cores contrastadas no painel e couro. Sem falar no design que exala sofisticação.

A versão com câmbio automático, por exemplo, não tem alavanca. A seleção das marchas é feita por meio de um botão giratório na base do console central – outro ponto alto, esticado por entre os bancos dianteiros. Ao alto, também se destaca a tela de LCD, de oito polegadas, sensível ao toque e com tecnologia Dual View – motorista e passageiro podem operá-la simultaneamente. Por ela é possível ver dados e configurar diversos recursos disponíveis, como som, ventilação e navegador por GPS.

Quando menos é mais

Outro ponto-chave no Evoque é a mecânica. Um Land Rover que se preze tem de ser robusto. Só que a nova ordem mundial exige sustentabilidade, redução de consumo e de emissões. E a marca britânica recorreu ao movimento do downsizing. O motor a gasolina 2.0 Si4 usa um turbocompressor associado ao sistema de injeção direta para render fortes 240 cv de potência – energia equivalente à produzida por motores de seis cilindros. O bloco é acoplado a uma transmissão automática de seis velocidades.

O Evoque também terá opção de motor turbodiesel, com duas faixas de potência distintas. O conhecido bloco 2.2 litro foi inteiro revisado e tem 60% dos componentes novinhos. A principal novidade é o comando variável das válvulas de admissão, que se une ao sistema de injeção direta e ao turbo de geometria variável. O motor entrega 150 cv e 190 cv na versão mais arrojada, gerenciado por uma caixa manual ou por uma automática – ambas de seis marchas. O sistema Start/Stop reforça o apelo verde.


Menor utilitário já produzido pela Land Rover em sua história, o Evoque foi apresentado oficialmente há pouco mais de um mês, no Salão de Paris, na França. Sua segunda aparição foi aqui no Brasil, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, há duas semanas. O modelo será lançado em meados do ano que vem em três versões de acabamento: a “básica” Pure, a esportiva Dynamic e a topo de linha Prestige. Os executivos da Land Rover acreditam que o SUV Compacto será o maior pólo de atração de novos clientes. Sinal dos novos tempos.

Audi inicia pré-venda do A1 no Brasil


A Audi deu início, nesta terça-feira (16), à pré-venda do hatchback compacto A1, que foi apresentado ao público brasileiro durante o Salão do Automóvel de São Paulo, entre os dias 27 de outubro e 7 de novembro. O mais novo modelo da marca alemã chega a partir de R$ 89.900 e as primeiras unidades serão entregues aos clientes no início de março. As concessionárias da Audi devem receber unidades do A1 para exposição no próximo mês. Ele mede 3,95 metros de comprimento, 1,74 m de largura, 1,42 m de altura e 2,47 m de entreeixos. Já o espaço do porta-malas é de 267 litros, podendo ser ampliado para 920 litros com o rebatimento dos bancos traseiros.

Por aqui, ele está sendo oferecido com o bloco de quatro cilindros 1.4 turbo, com injeção direta de combustível (TFSI), de 122 cavalos de potência, associado à transmissão Stronic, de sete marchas e dupla embreagem. Este conjunto é capaz de fazer o A1 acelerar de 0 (zero) a 100 km/h em 8,9 segundos. A velocidade máxima é de 203 km/h. Já o torque máximo é de 20,3 kgfm e está disponível entre 1.500 rpm a 4.000 rpm. Além disso, o motor usa uma tecnologia que recupera a energia liberada durante a frenagem. Ela fica a armazena temporariamente na bateria e quando o veículo acelera ela é enviada para o sistema elétrico, o que alivia a carga do gerador. O condutor pode realizar trocas de marcha pela alavanca de câmbio ou por meio de hastes situadas atrás do volante. De acordo com a Audi, o A1 apresenta consumo médio combinado de 18,8 km/l – 15,4 km/l, na cidade, e 21,7 km/l, na estrada.

Entre os equipamentos de série, o modelo traz conectividade Bluetooth e Audi Music Interface, para conexão e reprodução de celulares e aparelhos portáteis de música como Apple iPod. O compacto conta também com lanternas equipadas com diodos luminosos (leds), sistema de assistência de partida em aclives, ar-condicionado, sensor de chuva e luminosidade, alarme, computador de bordo, faróis de neblina, entre outros itens. Como opcional é possível equipar o A1 com teto solar panorâmico, botão de partida automático sem a chave (keyless-go), sensor de estacionamento traseiro, piloto automático e sistema Star-Stop, que desliga o motor em paradas curtas. Outro item que pode ser adquirido separadamente é o equipamento de som Bose de 465 watt, com 14 alto-falantes e tecnologia de fibra ótica.

Ford Fiesta Sedan 2011

Um mesmo modelo à venda em duas gerações distintas. A estratégia contraria a lógica da indústria automobilística, de trocar as gerações dos veículos de tempos em tempos. Mas está se tornando uma tendência no mercado brasileiro. Em setembro, é aguardada a chegada da nova geração do Ford Fiesta, importada do México. Primeiro vem a configuração sedã. O hatch chega no início de 2011. E quando desembarcar, o compacto inteiramente novo vai coexistir com o antecessor, produzido na planta de Camaçari, na Bahia. Uma forma de ganhar preço e ampliar o cardápio.

O atual Fiesta brasileiro, que foi reestilizado no fim de abril, ainda permanecerá em linha por mais alguns anos. Este passará a ser uma opção básica/intermediária dentro da linha de veículos da montadora, acima do subcompacto Ka. Já o Fiesta mexicano, de nova geração, irá ocupar a parte de cima da tabela de compactos, para brigar com os chamados compactos premium. A carroceria sedã, por exemplo, já tem seus rivais definidos: Honda City, Volkswagen Polo Sedã e Fiat Linea – o Peugeot Passion tem preços menores e está fora da disputa. Especula-se um preço próximo dos R$ 50 mil.

Modelo deve vir na versão topo de linha

Para brigar em igualdade com os compactos mais refinados e, ao mesmo tempo, não comprometer as vendas do antecessor nacional e do Focus sedã argentino, a nova geração do Fiesta deve ser oferecida por aqui apenas na versão topo de linha. Nos Estados Unidos, principal destino do modelo mexicano, a versão mais recheada usa a mesma nomenclatura do Fusion: SEL. No Brasil, a Ford ainda não decidiu como chamará o Fiesta. Uma possibilidade é manter o nome – já consagrado – e adotar o sufixo SEL. Outra é usar o sufixo Sigma, do novo motor nacional 1.6 16V Flex.

A mecânica, aliás, será a ‘herança’ nacional. A nova geração do Fiesta usará o recém-lançado bloco 1.6 litro Sigma, de quatro cilindros em linha, 16 válvulas e comando duplo. O propulsor é fabricado em Taubaté, no interior de São Paulo, e já está adaptado à tecnologia Flex. No Focus (hatch e sedã), o motor produz potências de 110 cv com gasolina e 115 cv com álcool, e torques de 15,4 kgfm e 16,3 kgfm na mesma ordem. No Fiesta, pode haver alguma modificação nos valores. Já nos Estados Unidos, o bloco 1.6 Sigma tem comando variável de válvulas e gera 120 cv.

Sistema multimídia e acabamento mais vistoso

A mecânica do novo Fiesta deve usar ainda o câmbio manual de cinco marchas nacional. Mas por questão de estratégia, a marca do oval azul pode disponibilizar também uma versão equipada com o sofisticado câmbio automatizado Powershift, de seis velocidades e dupla embreagem. Outra ‘atração’ no sedã – e futuramente no hatch – mexicano será o sistema multimídia Sync, desenvolvido em parceria com a Microsoft. O equipamento oferece conexão Bluetooth, entradas USB e para iPods e permite operar som e celulares, ver informações do veículo e navegar por GPS.

O interior da nova geração do Fiesta também promete impressionar. O painel tem design moderno e usa plásticos de aparência agradável. Um dos destaques é a chave Keyless, que dispensa a ignição mecânica – há um botão próximo do quadro de instrumentos, no lado direito. Basta apertá-lo com a chave ‘no bolso’ para dar a partida no motor. Por fora, o Fiesta mexicano exibe ainda uma silhueta bem contemporânea, com os traços dinâmicos do estilo Kinetic – que devem envelhecer ainda mais o Fiesta nacional. Não por acaso, a divisão brasileira da Ford pretende fabricar a nova geração no País a partir de 2012, na fábrica baiana de Camaçari.

Confira algumas fotos do novo fiesta






Mercedes revela versão AMG do novo CLS


O desempenho é de tirar o fôlego: máxima de 300 km/h com o pacote chamado de “Performance Pack” e aceleração de 0 a 100 km/h em míseros 4,3 segundos. Para manter o carro estável, a suspensão recebeu nova calibragem e um sistema que inclui amortecedores controlados eletronicamente. As rodas são de 19 polegadas com pneus 255/35 na frente e 285/30 atrás e deixam à mostra parte dos discos de freio de 14,2 polegadas.

Conceito Mercedes Biome pesa apenas 394 kg

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Projeto será apresentado no Salão de Los Angeles



A Mercedes-Benz preparou um projeto para o Salão de Los Angeles, que abre suas portas neste final de semana. A marca alemã criou o conceito Biome, que participará de um concurso da mostra norteamericana para veículos de até 450 kg.

O Biome é inspirado em elementos da natureza, com direito a valorização da sustentabilidade em todo o seu desenvolvimento e funcionamento. Com 4,02 m de comprimento e 2,50 m de largura, o conceito pesa apenas 394 kg. O feito foi alcançado com a ajuda de um novo composto criado para a carroceria, chamado BioFibra, “mais leve que metal ou compostos sintéticos, porém mais resistente do que aço”, segundo a montadora.

A disposição dos ocupantes no interior do Biome também foi pensada pela Mercedes para permitir aproveitamento da estrutura e do peso. O motorista fica posicionado à frente, sozinho, com um banco para três ocupantes atrás.

Compacto Up! será lançado ano que vem

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Volkswagen confirma lançamento de modelo para o mercado europeu


A Volkswagen confirma que irá lançar a versão de produção do compacto Up! em 2011. O carro deverá chegar às concessionárias da marca na Europa no final do próximo ano. Sua estréia oficial está marcada para o Salão de Frankfurt, que acontece em setembro. Caberá ao modelo substituir o compacto Lupo e o Fox nacional, que é importado do Brasil ao Velho Continente.

Nas fotos dessa página é possível notar um pouco do que será o compacto, por meio deste conceito E-Up!, uma versão elétrica do carrinho, que vai ganhar variantes de quatro portas, um sedã e possivelmente uma minivan. A versão elétrica é esperada para 2013 e terá como grande rival o BMW Megacity, popular elétrico que chegará ao mercado europeu também em meados de 2013.

Toyota RAV4 4x2 chega por R$ 92.500

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Montadora aposta em equipamentos para atrair clientes
Toyota RAV4 4x2 chega a partir de R$ 92.500

A Toyota relança no Brasil o RAV4 4x2, que foi mostrado no Salão do Automóvel, entre 27 de outubro e 7 de novembro. O utilitário esportivo começa a ser vendido a partir de R$ 92.500 e aposta no bom pacote de equipamentos para conquistar clientes, já que o carro chega com preço acima de concorrentes como Kia Sportage, Hyundai ix35 e Honda CR-V.

A novidade sairá de fábrica com ar-condicionado, travas e vidros elétricos, comandos do som no volante, entre outros mimos. Além disso, será equipado de série com volante regulável, direção com assistência elétrica, airbag duplo e freios ABS. A versão topo de linha, por sua vez, também aparece mais equipada, por R$ 106.800.

Ela traz airbag também nas laterais e de cortina, aquecimento nos bancos dianteiros, regulagem elétrica no banco do motorista e teto solar. Ambas as versões saem de fábrica equipadas com motor 2.4, de 170 cavalos e 22,8 kgfm de torque, movido a gasolina, que funciona em conjunto com câmbio automático de quatro marchas.

Produzido o último Lamborghini Murcièlago

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Supercarro italiano teve 4.099 unidades produzidas entre 2001 e 2010


Último Lamborghini Murcièlago sai da linha de montagem em Sant´Ágata Bolognese, na Itália

O Lamborghini Murcièlago será sempre lembrado como um marco na história da marca italiana por ter sido um dos modelos mais rápidos , potentes e assustadoramente arrojados que o mundo já viu. A última unidade do supercarro foi produzida hoje, equipada com motor V12 de 670 cavalos e carroceria laranja. Foi encomendada por um cliente suíço e encerra a produção de 4.099 unidades feitas entre 2001 e 2010.

O mais veloz supercarro feito pela fabricante até agora é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,2 segundos, marca que deverá ser superada pelo sucessor, o Jota, que está prestes a ser lançado com uma boa dose de tecnologia, como diz o presidente da marca, Stephan Winkelmann. “A história da Lamborghini continuará em 2011, quando daremos um grande salto no futuro com o substituto do Murcièlago, com tecnologia inovadora e, mais uma vez, um design verdadeiramente deslumbrante”, comentou ele.

Nova Honda CB600F Hornet 2011 – Não tão nova assim


Hornet 2011 Preta

A Honda apresentou (lá fora) a versão 2011 da naked mais vendida (no Brasil, claro), a CB600F Hornet.

Com poucas novidades mecânicas, e um pequeno upgrade visual, a CB600F Hornet apresentada é uma resposta aos que se perguntavam se a Hornet mudaria em um futuro próximo. Pelo jeito, muda pouco. E como no Brasil os lançamentos levam pelo menos 1 ano para chegar, já dá para saber que essa nova versão só vem em 2012 (se vier).

New Fiesta Hatch chega no 1º semestre de 2011

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Modelo deverá custar a partir de R$ 48 mil com motor 1.6



New Fiesta Hatch

A Ford ainda desconversa, mas a chegada do New Fiesta hatch está certa para o começo do próximo ano. Como o sedã, o modelo será importado do México apenas numa versão mais equipada, com motor Sigma 1.6 16V Flex. Trata-se do mesmo carro já à venda nos EUA, com direito aos sete airbags oferecidos pelo sedã. Preço estimado? Cerca de R$ 48 mil, um pouco abaixo do Focus, que ganhará equipamentos para se distanciar da novidade.


Os modelos importados marcam apenas o primeiro passo do New Fiesta no Brasil. De acordo com os planos da Ford, o hatch e o sedã (projetos B252 e B299) serão produzidos em Camaçari (BA) a partir de janeiro de 2013, no lugar do modelo atual – incluindo versões mais baratas, possivelmente com um novo motor 1.0. Antes disso, em julho de 2012, começa a produção da nova geração do EcoSport (B226 NG), com motores 1.6 Sigma e 2.0 Duratec. O novo Eco usará a base do New Fiesta, e não mais a anterior.

Vídeo: Uma volta de R$ 30 milhões no Salão

Conheça todos os detalhes dos superesportivos presentes na mostra.

Tente passar perto de algum estande onde esteja um superesportivo no Salão do Automóvel. A tarefa será difícil e, para facilitar o seu lado, produzimos um vídeo com todos os verdadeiros bólidos do evento, em uma volta que totaliza cerca de R$ 30 milhões se somarmos o preço de todos os modelos. Conheça um pouco mais sobre os modelos da Ferrari, Lamborghini, Porsche, Bugatti e todas máquinas presentes no evento que acontece até o próximo domingo (7).



Fonte: Auto Esporte

China moderniza suas motocicletas


Motocicletas menos poluentes e mais econômicas foram as principais estrelas da 9ª edição do CIMAMotor, a Feira Internacional do Mercado de Motocicletas na China, realizada entre 20 e 24 de outubro, na cidade de Chongqing, meio-oeste chinês.

Único salão dedicado exclusivamente ao setor de duas rodas na China, o CIMAMotor 2010 teve como foco principal os lançamentos que atendem às novas regras de emissão de poluentes para motos que entraram em vigor na China em 1º de julho deste ano. Chamada de “China 3”, a nova regulamentação visa equiparar os veículos de duas rodas chineses aos limites estabelecidos no restante do mundo, como a Euro 3, válida na Europa, e o próprio Promot 3, em vigor no Brasil desde 2009.

“Os produtos dos 400 expositores presentes ao CIMAMotor 2010 já estão de acordo com a China 3. Foi um passo importante que significa uma redução de 50% na emissão de poluentes de motocicletas”, declarou Li Bin, secretário-geral da associação chinesa dos fabricantes de motocicletas.

Com essa nova regra, os fabricantes esperam convencer o governo das diversas províncias chinesas que ainda restringem à circulação de motos a mudarem suas regras. “Os principais argumentos são de que as motos poluem e consomem demais. Com a nova regra, esperamos que a mentalidade mude”, declarou Bin.

Lançamentos para o Brasil?

A gigante HaoJue, do Grupo Dachangjiang, fabricante das motos Suzuki na China, renovou toda sua linha. “Exportamos para mais de 70 países e produzimos cerca de 3 milhões de motos, não podíamos deixar de atender à China 3”, declarou Hailan Chen, um dos diretores do grupo.

Entre os novos produtos da marca, Chen destacou a nova Suzuki GW 250, uma espécie de mini B-King, a muscle-naked de 1.300 cc da fábrica japonesa. Equipada com motor de um cilindro e 250cc, alimentado por injeção eletrônica, a GW 250 trazia freio a disco em ambas as rodas, suspensão monoamortecida na traseira e um visual bastante moderno. Sem dúvida, o modelo seria um grande concorrente para a Yamaha Fazer 250 e para a Honda CB 300R no Brasil. Ainda mais atendendo às regras do Promot 3.

Afinal, alguns modelos da HaoJue já são ou foram comercializados no Brasil. Caso do scooter Dafra Smart 125, do Suzuki Burgman 125 ou da Suzuki Yes EN 125, estes últimos descontinuados por não atenderem ao Promot 3. E por falar nisso, o scooter UA125-T Neptune injetado apresentado no CIMAMotor 2010 bem que poderia ser o substituto prometido pela Suzuki no Brasil para o aposentado Burgman 125.

Honda estréia no CIMAMotor

Outros lançamentos que também encheriam os olhos dos motociclistas brasileiros seriam as motos apresentadas pela japonesa Honda. Com um estande de 1.000 m² e uma coletiva de imprensa em japonês, a fábrica fez questão de fazer sua estréia oficial no CIMAMotor em grande estilo: mostrou as novas CBF 150SF e RR150. Focadas no público jovem chinês, da geração dos anos 80 e 90, os modelos trazem motor de um cilindro, 149,2 cm³, freio a disco nas duas rodas e um desenho bastante interessante. Carburadas, têm desempenho modesto: 11 cv a 7.500 rpm.

Segundo representantes da marca na China, as novas motos se diferenciam da concorrência chinesa por oferecerem tecnologia mais moderna e mais qualidade. Porém, o preço de cerca de 13.000 Yuan (cerca de R$ 3.500) é mais alto que a maioria das motos chinesas.

Só para comparar, a fabricante de carros e motor Lifan, originária de Chongqing, apresentou novos modelos de 150cc. Entre elas uma 150cc, com motor de refrigeração líquida, que também pode servir como gerador e bomba d’água. O preço sugerido era de pouco mais de 6.000 Yuan (R$ 1.800), ou seja, menos da metade do preço do modelo Honda.

Elétricas

Outro grande fenômeno interno na China são as motos elétricas. A Zongshen, sócia da sino-brasileira CR Zongshen, detentora da marca Kasinski, mostrou uma nova CUB elétrica. Prometendo 60 km/h de velocidade máxima e autonomia de 100 km, o modelo chamado de ZPM 1000 DW é a aposta da empresa para agradar os consumidores de motos chinesas. Segundo a Zongshen, na China as vendas de veículos elétricos de duas rodas, incluindo bicicletas e motos, é duas vezes maior do que os modelos à combustão.

Fonte: Revista mundo moto

Porsche, um caso único no competitivo mundo dos automóveis

quarta-feira, 3 de novembro de 2010


Porsche 911 Carrera S exposto no Salão de SP / Vanessa Carvalho/AE


A Porsche é um caso único no mundo automobilístico. É verdade que existem algumas marcas que têm a mesma credibilidade e glamour da fábrica fundada em 1931, na região de Stuttgart (ALE). Tais como as conterrâneas Mercedes-Benz, BMW e Audi; as italianas Ferrari, Maserati e Lamborghini; as inglesas Jaguar e Aston Martin e a francesa Bugatti.

Mas, nenhuma delas conseguiu sobreviver por mais de meio século sem fazer grandes mudanças visuais em seus principais modelos. Só a Porsche... Você bate o olho em qualquer esportivo da montadora e, prontamente, reconhece a marca: “Esse é um Porsche”. Enganos esporádicos até podem acontecer, caso o encontro seja com uma das réplicas muito bem feitas pela extinta fabricante brasileira Chamonix.

É impressionante como os modelos da marca não envelhecem. Um 911 Carrera da década de 70 faz bonito até hoje, seja onde for. E mais: a manutenção da identidade visual, faz com que os modelos antigos não se desvalorizem tanto (um 911 Carrera, com 40 anos de idade, custa mais de R$ 120 mil).

A Porsche até que tentou diversificar o design de seus modelos, lançando as desastradas linhas 914, 924, 928 e 944. Mas, percebeu a tempo que o caminho mais promissor era apostar na tradicional 911. Ainda bem! Não é à toa que os outros modelos da Porsche - Boxster, Cayman, Panamera e Cayenne - são inspirados no design do 911.

A maioria dos visitantes de um salão do automóvel, seja em Paris, Genebra, Detroit ou São Paulo, certamente se pergunta qual carro compraria caso tivesse dinheiro sobrando. Eu, inclusive... E cheguei à conclusão de que não precisaria de um superesportivo como o Pagani Zonda R (R$ 10 milhões), o Bugatti Veyron (R$ 7,7 milhões) ou a Ferrari 599 GTO (R$ 2,5 milhões).

A minha resposta está na foto acima. Me contentaria, e muito, com o Porsche Carrera S verdinho (motor 6 cilindros boxer 3.8 l de 355 cv) exposto num canto do estande da Sttutgart (importadora oficial da marca no Brasil) - o mais humilde da linha 911 vendida no país (R$ 495 mil).

E você, qual carro teria se fosse milionário?


Fontes: Carros / Denis Freire de Almeida

Honda apresenta Crossrunner 2011


A Honda apresentou sua nova motocicleta Honda Crossrunner. Equipada com motor quatro tempo de quatro cilindros em V (V4 a 90º), de 782 cilindradas, capaz de desenvolver 100 cavalos de potência à 10.000 rpm.

A Crossrunner chama a atenção para a posição de pilotagem e o conforto para o piloto e garupa. Em breve serão revelados mais detalhes ao público.

Fonte: Revista Mundo Moto / motokando.com