Ellure é o futuro dos sedãs da Nissan

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Tecnologia híbrida está presente em modelo mostrado em Los Angeles


A Nissan afirma que está “reinventando” a categoria dos sedãs com Ellure, um conceito apresentado no Salão de Los Angeles, Estados Unidos. A mostra abriu as portas ao público nesta sexta-feira (19) e fica aberto até o dia 28. O protótipo segue linhas bem arrojadas e lembra o esportivo da marca, o 370Z, principalmente pelos faróis dianteiros.

Com uma queda bem pronunciada na traseira, o modelo chega a lembrar um cupê e as maçanetas de ambas as portas estão lado a lado, já que a abertura da porta traseira é do tipo suicida, ao contrário dos modelos convencionais. Segundo a Nissan, o carro traz rodas de 21 polegadas e adota tecnologia híbrida de propulsão.

Há um motor 2.5 de quatro cilindros, equipado com supercharger e outro elétrico de 25 kW. Eles são acoplados a uma transmissão CVT e a tração é integral nas quatro rodas. A montadora ainda adotou freios regenerativos, que acumula energia, como o KERS da Fórmula 1, além um novo sistema de direção eletrohidráulica.

Land Rover Evoque

quarta-feira, 17 de novembro de 2010


Ao pé da letra, um cupê de quatro portas já é algo fora do padrão. Tanto que os entusiastas de carros, em geral, são absolutamente contra o formato e dizem se tratar de uma bizarrice, uma negação para os cupês – que tem, tradicionalmente, apenas duas portas. Mas e quando o cupê, na verdade, é um utilitário? Bom, nesse caso acontece o oposto. Quando apresentou o compacto Range Rover Evoque, a Land Rover mostrou apenas o modelo de duas portas. E logo veio a pergunta: mas e a carroceria de quatro portas? Eis que a montadora inglesa dos jipões, enfim, apresenta o SUV pequeno na sua “formação” clássica: com quatro portas.

O modelo, antes mostrado só com as portas dianteiras, acaba de ser revelado no Salão de Los Angeles, nos Estados Unidos – por motivos bem razoáveis. Trata-se da terra dos utilitários-esportivos, o maior mercado do planeta para o gênero. E a Land Rover está apostando todas as suas fichas no Evoque, que começa a ser vendido no mundo no meio de 2011.




Uma real ruptura de paradigmas

Este novo Range Rover traz diversas inovações que, dentro da gama Land Rover, podem também ser consideradas revoluções. Pela primeira vez um utilitário da montadora terá opção de tração dianteira (4x2) – a tração integral 4x4 não poderia faltar. E esqueça as linhas quadradonas. O Evoque é ousado, moderno – repare nos faróis com anéis luminosos. Tem traços próprios, afilados, cortantes e diferentes de qualquer outro modelo já produzido pela fábrica de jipes da terra da Rainha.

Com a opção de tração 4x2, o preço será outro trunfo do modelo. Diz a Land Rover que o Evoque custará a partir de 35 mil euros, valor equivalente a R$ 81,5 mil. No Brasil, é provável que a cifra seja mais alta – só saberemos os valores quando as vendas estiverem próximas. Mas o que chama a atenção é o nível de requinte do modelo. O interior usa materiais finos, de bom gosto, com molduras metálicas, cores contrastadas no painel e couro. Sem falar no design que exala sofisticação.

A versão com câmbio automático, por exemplo, não tem alavanca. A seleção das marchas é feita por meio de um botão giratório na base do console central – outro ponto alto, esticado por entre os bancos dianteiros. Ao alto, também se destaca a tela de LCD, de oito polegadas, sensível ao toque e com tecnologia Dual View – motorista e passageiro podem operá-la simultaneamente. Por ela é possível ver dados e configurar diversos recursos disponíveis, como som, ventilação e navegador por GPS.

Quando menos é mais

Outro ponto-chave no Evoque é a mecânica. Um Land Rover que se preze tem de ser robusto. Só que a nova ordem mundial exige sustentabilidade, redução de consumo e de emissões. E a marca britânica recorreu ao movimento do downsizing. O motor a gasolina 2.0 Si4 usa um turbocompressor associado ao sistema de injeção direta para render fortes 240 cv de potência – energia equivalente à produzida por motores de seis cilindros. O bloco é acoplado a uma transmissão automática de seis velocidades.

O Evoque também terá opção de motor turbodiesel, com duas faixas de potência distintas. O conhecido bloco 2.2 litro foi inteiro revisado e tem 60% dos componentes novinhos. A principal novidade é o comando variável das válvulas de admissão, que se une ao sistema de injeção direta e ao turbo de geometria variável. O motor entrega 150 cv e 190 cv na versão mais arrojada, gerenciado por uma caixa manual ou por uma automática – ambas de seis marchas. O sistema Start/Stop reforça o apelo verde.


Menor utilitário já produzido pela Land Rover em sua história, o Evoque foi apresentado oficialmente há pouco mais de um mês, no Salão de Paris, na França. Sua segunda aparição foi aqui no Brasil, durante o Salão do Automóvel de São Paulo, há duas semanas. O modelo será lançado em meados do ano que vem em três versões de acabamento: a “básica” Pure, a esportiva Dynamic e a topo de linha Prestige. Os executivos da Land Rover acreditam que o SUV Compacto será o maior pólo de atração de novos clientes. Sinal dos novos tempos.

Audi inicia pré-venda do A1 no Brasil


A Audi deu início, nesta terça-feira (16), à pré-venda do hatchback compacto A1, que foi apresentado ao público brasileiro durante o Salão do Automóvel de São Paulo, entre os dias 27 de outubro e 7 de novembro. O mais novo modelo da marca alemã chega a partir de R$ 89.900 e as primeiras unidades serão entregues aos clientes no início de março. As concessionárias da Audi devem receber unidades do A1 para exposição no próximo mês. Ele mede 3,95 metros de comprimento, 1,74 m de largura, 1,42 m de altura e 2,47 m de entreeixos. Já o espaço do porta-malas é de 267 litros, podendo ser ampliado para 920 litros com o rebatimento dos bancos traseiros.

Por aqui, ele está sendo oferecido com o bloco de quatro cilindros 1.4 turbo, com injeção direta de combustível (TFSI), de 122 cavalos de potência, associado à transmissão Stronic, de sete marchas e dupla embreagem. Este conjunto é capaz de fazer o A1 acelerar de 0 (zero) a 100 km/h em 8,9 segundos. A velocidade máxima é de 203 km/h. Já o torque máximo é de 20,3 kgfm e está disponível entre 1.500 rpm a 4.000 rpm. Além disso, o motor usa uma tecnologia que recupera a energia liberada durante a frenagem. Ela fica a armazena temporariamente na bateria e quando o veículo acelera ela é enviada para o sistema elétrico, o que alivia a carga do gerador. O condutor pode realizar trocas de marcha pela alavanca de câmbio ou por meio de hastes situadas atrás do volante. De acordo com a Audi, o A1 apresenta consumo médio combinado de 18,8 km/l – 15,4 km/l, na cidade, e 21,7 km/l, na estrada.

Entre os equipamentos de série, o modelo traz conectividade Bluetooth e Audi Music Interface, para conexão e reprodução de celulares e aparelhos portáteis de música como Apple iPod. O compacto conta também com lanternas equipadas com diodos luminosos (leds), sistema de assistência de partida em aclives, ar-condicionado, sensor de chuva e luminosidade, alarme, computador de bordo, faróis de neblina, entre outros itens. Como opcional é possível equipar o A1 com teto solar panorâmico, botão de partida automático sem a chave (keyless-go), sensor de estacionamento traseiro, piloto automático e sistema Star-Stop, que desliga o motor em paradas curtas. Outro item que pode ser adquirido separadamente é o equipamento de som Bose de 465 watt, com 14 alto-falantes e tecnologia de fibra ótica.

Ford Fiesta Sedan 2011

Um mesmo modelo à venda em duas gerações distintas. A estratégia contraria a lógica da indústria automobilística, de trocar as gerações dos veículos de tempos em tempos. Mas está se tornando uma tendência no mercado brasileiro. Em setembro, é aguardada a chegada da nova geração do Ford Fiesta, importada do México. Primeiro vem a configuração sedã. O hatch chega no início de 2011. E quando desembarcar, o compacto inteiramente novo vai coexistir com o antecessor, produzido na planta de Camaçari, na Bahia. Uma forma de ganhar preço e ampliar o cardápio.

O atual Fiesta brasileiro, que foi reestilizado no fim de abril, ainda permanecerá em linha por mais alguns anos. Este passará a ser uma opção básica/intermediária dentro da linha de veículos da montadora, acima do subcompacto Ka. Já o Fiesta mexicano, de nova geração, irá ocupar a parte de cima da tabela de compactos, para brigar com os chamados compactos premium. A carroceria sedã, por exemplo, já tem seus rivais definidos: Honda City, Volkswagen Polo Sedã e Fiat Linea – o Peugeot Passion tem preços menores e está fora da disputa. Especula-se um preço próximo dos R$ 50 mil.

Modelo deve vir na versão topo de linha

Para brigar em igualdade com os compactos mais refinados e, ao mesmo tempo, não comprometer as vendas do antecessor nacional e do Focus sedã argentino, a nova geração do Fiesta deve ser oferecida por aqui apenas na versão topo de linha. Nos Estados Unidos, principal destino do modelo mexicano, a versão mais recheada usa a mesma nomenclatura do Fusion: SEL. No Brasil, a Ford ainda não decidiu como chamará o Fiesta. Uma possibilidade é manter o nome – já consagrado – e adotar o sufixo SEL. Outra é usar o sufixo Sigma, do novo motor nacional 1.6 16V Flex.

A mecânica, aliás, será a ‘herança’ nacional. A nova geração do Fiesta usará o recém-lançado bloco 1.6 litro Sigma, de quatro cilindros em linha, 16 válvulas e comando duplo. O propulsor é fabricado em Taubaté, no interior de São Paulo, e já está adaptado à tecnologia Flex. No Focus (hatch e sedã), o motor produz potências de 110 cv com gasolina e 115 cv com álcool, e torques de 15,4 kgfm e 16,3 kgfm na mesma ordem. No Fiesta, pode haver alguma modificação nos valores. Já nos Estados Unidos, o bloco 1.6 Sigma tem comando variável de válvulas e gera 120 cv.

Sistema multimídia e acabamento mais vistoso

A mecânica do novo Fiesta deve usar ainda o câmbio manual de cinco marchas nacional. Mas por questão de estratégia, a marca do oval azul pode disponibilizar também uma versão equipada com o sofisticado câmbio automatizado Powershift, de seis velocidades e dupla embreagem. Outra ‘atração’ no sedã – e futuramente no hatch – mexicano será o sistema multimídia Sync, desenvolvido em parceria com a Microsoft. O equipamento oferece conexão Bluetooth, entradas USB e para iPods e permite operar som e celulares, ver informações do veículo e navegar por GPS.

O interior da nova geração do Fiesta também promete impressionar. O painel tem design moderno e usa plásticos de aparência agradável. Um dos destaques é a chave Keyless, que dispensa a ignição mecânica – há um botão próximo do quadro de instrumentos, no lado direito. Basta apertá-lo com a chave ‘no bolso’ para dar a partida no motor. Por fora, o Fiesta mexicano exibe ainda uma silhueta bem contemporânea, com os traços dinâmicos do estilo Kinetic – que devem envelhecer ainda mais o Fiesta nacional. Não por acaso, a divisão brasileira da Ford pretende fabricar a nova geração no País a partir de 2012, na fábrica baiana de Camaçari.

Confira algumas fotos do novo fiesta






Mercedes revela versão AMG do novo CLS


O desempenho é de tirar o fôlego: máxima de 300 km/h com o pacote chamado de “Performance Pack” e aceleração de 0 a 100 km/h em míseros 4,3 segundos. Para manter o carro estável, a suspensão recebeu nova calibragem e um sistema que inclui amortecedores controlados eletronicamente. As rodas são de 19 polegadas com pneus 255/35 na frente e 285/30 atrás e deixam à mostra parte dos discos de freio de 14,2 polegadas.